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Semana da Arte Moderna

Antes de ocorrer a Semana da Arte Moderna, diversas exposições, publicações de artigos e livros já anunciavam o esgotamento do Parnasianismo e do Simbolismo e as novas tendências, influenciadas pelos Movimentos da Vanguarda Européia.)

Os adeptos da Arte Moderna pretendiam dar um grito de independência contra o atraso cultural do país.

A Semana da Arte Moderna foi importante porque conseguiu reunir várias tendências nas diferentes artes, englobando um projeto único que pretendia romper com os valores culturais tradicionais, além de pregar a total liberdade de criação.

A Semana realizou-se sob a forma de festival, no Teatro Municipal de São Paulo, nos dias 13, 15 e 17 de fevereiro de 1922.

Embora duramente criticada, serviu como ponto de partida contra o marasmo das artes e a descentralização cultural no eixo Rio-São Paulo.

Os principais articuladores e incentivadores da Semana fizeram parte da 1a Fase Modernista.  Apenas Graça Aranha, já visto no Pré-Modernismo, abraçou o movimento, a contra-gosto dos seus pares.

A 1a. fase Modernista abrange o período de 1922 a 1930 e caracterizou-se por repudiar o passado e o clássico, ter uma linguagem mais popular e telegráfica (em função da agilidade), usar versos livres, hiper-valorizar o indivíduo e o país (nacionalismo).

Escritores:

- Oswald de Andrade

- Mário de Andrade

- Alcântara Machado

- Manuel Bandeira

  1. Renúncia

  2. O bicho

  3. Estrela

- Guilherme de Almeida
1. Dor Oculta