Bom dia. galera linda!
Beijinhos,
 

Como é que se pode dizer que somos todos iguais quando existem contradições óbvias que saltam aos olhos: diferenças em virtudes, temperança, finanças, direitos, capacidades e talentos, inteligência, aptidão para a matemática, ad infinitum?
É como se existisse um grande diamante dentro de cada pessoa. Imaginamos um diamante com 30 centímetros de comprimento. O diamante tem infinidades de facetas, mas estas estão cobertas de sujidade  e  alcatrão.  A  missão  da alma,  é limpar  cada  uma  das  facetas até  que a superfície esteja absolutamente brilhante e seja capaz de reflectir um arco-íris de cores.

Presentemente, houve alguns que limparam muitas facetas e apresentam um brilho intenso. Outros só conseguiram limpar um pequeno número de facetas; não cintilam tanto. No entanto, por baixo da sujidade, cada pessoa possui dentro do seu peito um diamante de enorme brilho com mil facetas cintilantes. O diamante é perfeito, sem uma única falha. A única diferença entre as pessoas reside no número de facetas que foram limpas. Mas os diamantes são todos iguais e cada um deles é perfeito.

Quando todas as facetas se encontrarem limpas e brilhando intensamente num espectro de luzes, o diamante regressa á energia pura que havia sido originalmente. As luzes permanecem. É como se o processo de fabricar o diamante tivesse sido invertido e toda a pressão libertada. A energia pura existe no arco-íris das luzes, e as luzes possuem uma consciencialização e um conhecimento.

In: Muitas Vidas Muitos Mestres
Brian L. Weiss, M.D. Imagem:Foz do Iguaçu/BR

Midi: Missão Impossível

Enviada em 18 de agosto de 2003